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Tipos de cimento Portland


Os cimentos são diferenciados de acordo com a sua composição química. Para efeitos de concursos, temos que no Brasil, existem cinco tipos básicos de cimento (CP I, CP II, CP III, CP IV e CP V) e três especiais (CPB, RS, BC) normatizados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.


CP I – cimento Portland comum: é o tipo de cimento sem adições, formado praticamente pelo clínquer e a adição de gesso (usado como retardador de pega).


*Recomendado para a maioria dos usos, por ter força adequada e baixo calor de hidratação.

  • O CP I -S pode apresentar até 5% de adição de material pozolânico em massa que garante uma menor permeabilidade


CP II – cimento Portland composto: apresenta pequena adição de outros materiais para melhorar a trabalhabilidade, diminuir o calor de hidratação e/ou aumentar o adensamento do concreto. Possui adição mineral em baixo teor quando comparado a outro tipo de cimento Portland.


Existem três tipos de CP II:


  • CP II – E com adição de escória granulada de alto-forno

a) Confere baixo calor de hidratação e melhora a durabilidade quando atacados por sulfatos;

  • CP II – F com adição de fíler

a) para melhorar a trabalhabilidade,

b) melhor adensamento e baratear o cimento;

  • CP II – Z com adição de pozolanas

a) garante impermeabilidade e durabilidade

b) diminuir a permeabilidade.


CP III – cimento Portland de alto-forno: apresenta alto teor de escória granulada de alto-forno (35 - 75%). Esse cimento é utilizado para a confecção de concretos mais duráveis em ambientes agressivos, uma vez que, apresenta baixo calor de hidratação e alta resistência ao ataque por sulfatos e reações álcalis-agregado.


*Recomendados em obras de concreto massa, como barragens, e obras com grande volume de concreto e em obras em zonas costeiras.. Porém, a sua hidratação é lenta e não são utilizados em obras que necessitem de alta resistência inicial ou desenforma rápida.


CP IV – cimento Portland pozolânico: apresenta em sua composição adição mineral em alto teor (grande quantidade de material pozolânico 15 - 50%). Proporciona menor porosidade e, consequentemente, produz concretos mais duráveis, apresentando baixo calor de hidratação.


*Recomendado para a concretagem de grandes volumes de concreto, como concreto massa e em concretagem em temperatura mais elevada.


CP V ARI – cimento Portland de alta resistência inicial: é um cimento que praticamente não possui adições ( em casos especiais apresentar até 5% de materiais carbonáticos). Além disso, o CP V é mais fino do que os demais cimentos e pode apresentar maior quantidade de C3S o que difere do CP I. Consequentemente, possui maior reatividade e adquire resistência mecânica mais rapidamente. No entanto, como limitação, libera grande quantidade de calor de hidratação, além de ser mais suscetível a retração e a fissuração e possuir custo mais elevado. Esse tipo de concreto deve ser evitado em argamassas e concreto massa.

É o mais adequado para aplicações em que exista o requisito de elevada resistência às primeiras idades, como na indústria de pré-moldados.



 

CPB – cimento Portland branco: apresenta em sua composição química ausência de óxidos de ferro e manganês o que resulta na cor branca. Existem dois tipos de cimento branco: o CPB com função estrutural e o CPB sem função estrutural.


RS - resistentes a sulfato e de baixo calor de hidratação e são utilizados em ambientes muito agressivos, como, em contato com redes de esgoto e ambientes industriais.


BC - baixo calor de hidratação (BC) retarda a hidratação e libera menor calor de hidratação, evitando o aparecimento de trincas e fissuras de origem térmica.


Obs!!!! Essas siglas poderão estar presentes em qualquer um dos cimentos descritos anteriormente, como exemplo, CP II - E 32 RS.




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